pitangas

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quero me despedir de você. e indo você embora de vez, irá contigo também a esperança, que ocupa muito espaço por aqui. depois, fingindo que você não existe mais, te escondo de mim. ponho um lençol amarelo por cima da lembrança da tua casa, da empada. te esqueço no meio da minha falsa felicidade que aos poucos se converterá, como eu sempre espero que seja. e me paro de te odiar.
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