Postagens

Mostrando postagens com o rótulo avelã

notas

queria colecionar sorrisos. .ontem: existe (ainda) uma linha muitíssimo tênue de autocensura, equilíbrio, empatia. agora tudo eu exemplifico (mentalmente) com imagens: penso na linha muitíssimo fina, como uma corda de violino, a ser estremecida pelo arco. gosto do nanquim marrom e artigos definidos antes do nome da pessoa. imagem da realização de discussões imaginárias; dos lábios dele lendo a Crítica da Razão Pura ; dos minutos do fim. e o fim é a liberdade de ser. .

avelã, ou msn III

. R* diz: eu acho a vida, de forma geral, uma coisa muito bonita, triste, mas muito bonita. isso de se chorar, de existir cafuné, de se atravessar a rua, de se cheirar as pontas dos dedos, de se perceber uma formiga... de ir ver os mortos, de falar de todas essas coisas... eu quase choro, com um sorriso no rosto, só de pensar nisso. .