notas

queria colecionar sorrisos.

.ontem:

existe (ainda) uma linha muitíssimo tênue de autocensura, equilíbrio, empatia.

agora tudo eu exemplifico (mentalmente) com imagens:

penso na linha muitíssimo fina, como uma corda de violino, a ser estremecida pelo arco.

gosto do nanquim marrom e artigos definidos antes do nome da pessoa.

imagem da realização de discussões imaginárias; dos lábios dele lendo a Crítica da Razão Pura; dos minutos do fim. e o fim é a liberdade de ser.
.

Comentários

adriany thatcher disse…
grave e triste, como convém a um grande amor.

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