to be alone
é sério, a vida é ruim. sim, sim, ontem achava ela boa, amanhã também, talvez; mas no geral, a vida é ruim: perspectivas, pressão, liberdade, expectativa, procura, equilibrio... tudo, absolutamente tudo é cruel, viver é absurdamente cruel. sei lá, pode ser que no fim da tarde isto não faça mais sentido, ou surja algum, mas agora é isto. e, depois de concluir e notar inúmeras vezes tal coisa, a vontade é ser sozinho; certo, 'ser' não é a palavra correta, 'estar'... também não, 'estar por um periodo considerável", talvez. não sei.
sei que o problema é constantemente o outro. neste sentido o sartre estava muito certo, o inferno são os outros. e com isso eu não entendo que o problema está na existência em minha vida de um outro, ou necessariamente que o mundo está errado e eu estou certa, mas de um paralelo constante e inescapável que tenho com o outro: é impossível ser sozinho, é 'dificilmente suportável' viver à base de conjunto com o outro. mas viver é isso.
é, não sei.
sei que o problema é constantemente o outro. neste sentido o sartre estava muito certo, o inferno são os outros. e com isso eu não entendo que o problema está na existência em minha vida de um outro, ou necessariamente que o mundo está errado e eu estou certa, mas de um paralelo constante e inescapável que tenho com o outro: é impossível ser sozinho, é 'dificilmente suportável' viver à base de conjunto com o outro. mas viver é isso.
é, não sei.
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